domingo, 29 de julho de 2012

Somos responsáveis pelo que cativamos ...

Não há sentimento mais belo que o amor, quando verdadeiro o amor consegue vencer todas as barreiras, todas as dificuldades. Ele permanece forte e inabalado diante das intempéries da vida. Eu acredito que nosso amor é assim, forte demais para ser abalado por coisas, que em comparação com este nosso sentimento, são pequenas demais.
O amor é um sentimento que nos alimenta, ao contrário da paixão que nos consome por dentro e apesar de forte não dura muito.
É verdade que já tivemos nossos momentos de fragilidade, nossas discussões, mas sempre conseguimos superar todos esses percalços que se apresentaram no nosso caminho, e no fim, acabamos saindo com um sentimento mais forte, mais sólido e com raízes mais profundas.
Um amor como o nosso, baseado na confiança, no respeito mútuo, na amizade e, é claro, no tesão, tem tudo pra dar certo e continuar vivo por muitos e muitos anos.
O objetivo desta carta é reforçar os meus sentimentos por você, dizer que nada nem ninguém nos fará afastar um do outro.

Delícias da minha cozinha - 2

Espera Marido

Ingredientes:
03 ovos
02 pct de (10 gramas) fermento para pão
01 copo de leite
01 pitada de sal
06 colheres de açúcar
05 colheres de óleo
Trigo até dar o ponto de enrrolar

Preparo:

Junte todos os ingredientes até formar uma bola macia. Sove bem. faça os espera maridos e deixe crescer para fritar.

Calda:

02 copos de açúcar
03 copos de água
Deixe ferver até formar uma calda, com fio. Testar o fio nos dedos. Mergulher os espera marido fritos e espere um pouco para a calda penetrar na massa e ficar molhadinho. Escorrer e colocar em uma bacia grande e salpicar coco sobre os espera marido.





terça-feira, 24 de julho de 2012

Dia de Diversão

Fiz mal em envelhecer. Foi uma pena. Eu era tão feliz em criança...


O Pequeno Príncipe
Antoine de Saint-Exupéry
(...)
"E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia - disse a raposa.
- Bom dia - respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui - disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? - perguntou o principezinho.
- Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa - disse a raposa.
- Vem brincar comigo - propôs o princípe
- estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo - disse a raposa. - Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa - disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer "cativar"?
- Tu não és daqui - disse a raposa. - Que procuras?
- Procuro amigos - disse. - Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida - disse a raposa. - Significa "criar laços"...
- Criar laços?
- Exatamente. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessiddade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo...
Mas a raposa voltou a sua idéia:
- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música. E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo...
A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:
- Por favor, cativa-me! - disse ela.
- Bem quisera - disse o principe - mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou - disse a raposa. - Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me!
- Os homens esqueceram a verdade - disse a raposa. - Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Delícias da minha cozinha! 1

Bolo Lita




Essa receita é da minha mãe, ou seja, é divino!


Ingredientes:
03 ovos
02 xícaras de açúcar
02 xícaras de trigo
01 xícara e 1/2 (meia) de leite
03 colheres de margarina
01 colher (sopa) de pó royal

Preparo:

Bata as claras em neve e reserve. Na batedeira, faça um creme com as gemas, o açúcar e a margarina. A seguir coloque o trigo, e vá colocando o leite aos poucos, mexendo bem. Bata por aproximadamente 10 minutos. Coloque o pó royal, mexa bem para diluir o fermento na massa do bolo. Por último, coloque as claras em neve e misture levemente com um fuê, não bata na batedeira.

Creme
Ingredientes:

1 litro de leite
1/2 lata de leite condensado
1 gema (opcional)
3 colheres de maisena

Preparo:
Dissolva a maisena no leite. Coloque em uma panela grossa, a gema, o leite condensado e o leite a maisena, leve em fogo brando, mexendo sempre para não empelotar, até engrossar. Após engrossar você colocará o creme em cima do bolo ainda cru, ou seja, sem assar.
É assim mesmo, parece estranho, mas dá certo.

Procedimento
Após colocar o bolo na forma que será levado ao forno, coloque o creme em cima da massa ainda crua, espalhe bem, mas com cuidado. Eu coloco aos poucos de maneira uniforme, para que o creme esteja em todo o bolo. Depois de colocar o creme, coloque um pacote de 100 gramas de coco ralado e o restante do leite condensado em cima do coco.
Leve para assar, em forno a 180 graus, já pre aquecido. Deixe dourar bem, espere esfriar e sirva. Bem, se não aguentar esperar esfriar, pode comer quente também. Mas cuidado, o creme quente pode queimar seus lábios.

Bom Apetite!

terça-feira, 17 de julho de 2012

Gosto de Pecuária!

Pecus quer dizer "cabeça de gado". A palavra tem a mesma raiz latina de "pecúnia" (moeda, dinheiro). Na antiga Roma, os animais criados para abate também eram usados como reserva de valor.

A criação de gado é uma das mais velhas profissões conhecidas. A pecuária é mencionada na Biblia como a primeira tarefa dada por Deus a adão: nomear e cuidar do Jardim do Éden e dos animais (Gênesis). Muito anterior à agricultura, deriva de aperfeiçoamentos da atividade dos caçadores-coletores, que já existiam há cerca de 100.000 anos e que primeiro aprenderam a aprisionar os animais vivos para posterior abate; depois perceberam a possibilidade de administrar a sua reprodução. Nos primeiros estágios da pecuária, o homem continuava nômade, e na maioria das vezes conduzia seus rebanhos domesticados em suas perambulações, já não procurando a caça, mas sim novas pastagens para alimentar o rebanho. Há evidências da prática da agricultura somente a partir de 8000 a.C., mas seus efeitos foram drásticos sobre a pecuária, já que a agricultura fixou o homem no lugar do plantio, e portanto novas soluções para a pecuária tiveram de ser implementadas.

(Pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pecu%C3%A1ria)

“Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fossem música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourados. Então será maravilhoso quando tiveres me cativado. O trigo, que é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...”

Antoine Saint-Exupéry